OS
PARTICIPANTES ENCARNADOS DE UMA REUNIÃO
MEDIÚNICA
Porque
onde estiverem dois ou três
reunidos em meu nome, aí ,
estou eu no meio deles. Jesus (Mateus,
18:20). |
O
apóstolo Paulo (1Co, 12:14) já
alertava quanto à necessidade da harmonia
nos agrupamentos cristãos, demonstrando
que “o corpo não é um
só membro, mas muitos”. Vimos
também no módulo anterior que
o funcionamento de um grupo mediúnico,
bem estruturado e organizado, conta com a
presença de participantes integrados
ao conjunto, ainda que desenvolvam funções
específicas no trabalho.
A equipe de encarnados que compõe um
grupo mediúnico é comumente
formada pelos seguintes participantes:
dirigente da reunião e substitutos;
médiuns esclarecedores (dialogadores,
doutrinadores);
médiuns ostensivos: de psicofonia,
psicografia, vidência, audiência
etc;
equipe de apoio (médiuns de passe,
responsáveis pela prece, irradiações
e sustentação da corrente mental).
2.
RECOMENDAÇÕES AOS PARTICIPANTES
ENCARNADOS DE UMA REUNIÃO
MEDIÚNICA
O
médium, independentemente do tipo ou
grau de mediunidade de que é portador
deve:
Freqüentar «inicialmente, por certo
tempo, as reuniões de Estudo Doutrinário
e as de Assistência Espiritual. Quando
for portador do processo obsessivo, deverá
freqüentar, preliminarmente, aquelas
últimas reuniões, além
de inscrever-se para os serviços de
desobsessão, programados pelo Centro
Espírita.»5
«Esquivar-se à suposição
de que detém responsabilidades ou missões
de avultada transcendência, reconhecendo-se
humilde portador de tarefas comuns, conquanto
graves e importantes como as de qualquer outra
pessoa. O seareiro do Cristo é sempre
servo, e servo do amor.» 14
«Mesmo indiretamente, não retirar
proveito material das produções
que ob-tenha. Não há serviço
santificante na mediunidade vinculada a interesse
inferiores.» 16
«Ainda quando provenha de círculos
bem–intencionados, recusar o tóxico
da lisonja. No rastro do orgulho, segue a
ruína.» 16
«Fugir aos perigos que ameaçam
a mediunidade, como sejam a ambição,
a ausência de autocrítica, a
falta de perseverança no bem e a vaidade
com que se julga invulnerável. O medianeiro
carrega consigo os maiores inimigos de si
próprio.» 17
Ter consciência da impropriedade de
evocar determinada entidade, parente ou amigo,
no curso das reuniões. Eles podem não
ter condições de se manifestar,
seja por lhes faltar autorização,
seja por dificuldades inerentes ao próprio
processo de intercâmbio. 2
Exercer
atividade mediúnica somente no Centro
Espírita a que está vinculado.
Ter
«[...], elevação de pensamentos
e correção de atitudes, antes,
durante e depois da tarefa.» 19
Evitar,
«[...] no ambiente da desobsessão,
pesquisas ociosas e vãs indagações,
críticas e expectações
insensatas.» 19
Não
se render «[...] ao sono nas tarefas
dedicadas à desobsessão, para
se evitarem desdobramentos desnecessários
da personalidade, cabendo-nos salientar igualmente
que nas realizações dessa natureza
não devem comparecer quaisquer outras
demonstrações ou experiências
de mediunidade.» 20
Estas
recomendações devem reproduzir
as reuniões singelas que ocorriam entre
Jesus e seus discípulos, porém
saturadas de amor fraternal. Conscientes de
que o Mestre se encontra entre nós
quando reunimos, desenvolvemos a capacidade
de amar os demais companheiros da equipe,
como consta na orientação de
Mateus, 18:20.
A
seleção de pessoas que deverão
fazer parte de um grupo mediúnico deve
ser feita com cuidado, tendo sempre em mente
os objetivos da reunião.
2.1
Dirigente ou diretor da reunião mediúnica
Retendo
firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina,
para
que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã
doutrina como
para convencer os contradizentes. Paulo (Epístola
a Tito, 1:9) |
Esta
orientação de Paulo a Tito indica
que, acima de quaisquer cogitações
devemos nos manter fiéis aos postulados
de Evangelho, revividos no Espiritismo.
«O
dirigente da reunião é aquele
que preside os trabalhos, encaminhando todo
o seu desenrolar. É o responsável,
no plano terrestre, pela reunião.»10
Para que ele exerça a função
com imparcialidade é preciso usar sempre
da lógica, da razão e o do bom
senso. Segundo O Livro dos Médiuns
há «[...] necessidade de serem,
os diretores dos grupos espíritas,
dotados de fino tato, de rara sagacidade,
para discernir as comunicações
autênticas das que não o são
e para não ferir os que se iludem a
si mesmos .» 3
O dirigente da reunião mediúnica
deve também ser alguém que tenha
uma certa liderança sobre a equipe.
É «[...] necessário não
esquecer nunca de que tal condição
não confere a ninguém poderes
ditatoriais e arbitrários sobre o grupo.
Por outro lado, o líder, ou dirigente,
terá que dispor de certa dose de autoridade,
exercida por consenso geral, para disciplinação
e harmonização do grupo. Liderar
é coordenar esforços, não
impor condições. [...] Num grupo
espírita, todos são de igual
importância.» 6
O
dirigente da reunião normalmente ocupa,
também, a posição de
doutrinador. Chama-se «[...] doutrinador
a pessoa que se incumbe de dialogar com os
companheiros desencarnados necessitados de
ajuda e esclarecimento.»7
O
diretor da sessão mediúnica
deve estudar «[...] os casos de obsessão,
surgidos na equipe de médiuns psicofônicos,
que devam ser tratados na órbita da
psiquiatria, a fim de que a assistência
médica seja tomada na medida aconselhável.»22
Além
dessas habilidades, é necessário
que o diretor da reunião possua ou
se esforce por adquirir as seguintes qualidades:
a)
Formação evangélico-doutrinária
«Sua
formação doutrinária
é de extrema importância. Não
poderá jamais fazer um bom trabalho,
sem conhecimento íntimo dos postulados
da Doutrina Espírita.» 8
«Observar rigorosamente o horário
das sessões, com atenção
e assiduidade, fugindo de realizar sessões
mediúnicas inopinadamente, por simples
curiosidade ou ainda para atender a solicitação
sem objetivo justo [...].»11
«Desaprovar
o emprego de rituais , imagens ou símbolos
de qualquer natureza nas sessões, assegurando
a pureza e a simplicidade da prática
do Espiritismo [...]».12
«Rejeitar sempre a condição
simultânea de dirigente e médium
psicofônico, por não poder ,
desse modo atender condignamente nem a um
e nem outro encargo [...].» 13
Pelo
esforço constante de combate aos vícios
ou às más inclinações,
é possível desenvolver um plano
de reforma íntima que lhe proporcionará
autoridade moral necessária ao êxito
do trabalho. A «[...] autoridade moral
é importante, por certo, mas qual de
nós, encarnados, ainda em lutas homéricas
contra imperfeições milenares,
pode arrogar-se uma atitude de superioridade
moral sobre os companheiros mais desarvorados
das sombras?» 9
Assim,
o dirigente deve esforçar-se para ser
«[...] atencioso, sereno e compreensivo
no trato com os enfermos encarnados e desencarnados,
aliando humildade e energia, tanto quanto
respeito e disciplina na consecução
das próprias tarefas. Somente a forja
do bom exemplo plasma a autoridade moral.»
11
b)
Equilíbrio emocional e afetivo
Na
liderança do grupo, é importante
que o dirigente ouça com atenção
os participantes, atendendo, sempre que possível
às suas solitações, use
um tom fraterno e amigável com todos.
Acatar as sugestões com critério
e bom senso. O dirigente agirá sempre
como mediador, procurando encontrar as soluções
com imparcialidade, firmeza e delicadeza.
· Compreender « [...] que as
suas funções diante dos médiuns
e freqüentadores do grupo são
semelhantes às de um pai de família,
no instituto doméstico.
· Autoridade fundamentada no exemplo.
· Hábito de estudo e oração.
· Dignidade e respeito para com todos.
· Afeição sem privilégios.
· Brandura e firmeza.
· Sinceridade e entendimento.»
18
O
Equilibrio emocional e afetivo é percebido
pelo cultivo « [...] do tato psicológico,
evitando atitudes ou palavras violentas, mas
fugindo da doçura sistemática
que anestesia a mente sem renova-la, na convicção
de que é preciso aliar raciocínio
e sentimento, compaixão e lógica,
a fim de que a aplicação do
socorro verbalista alcance o máximo
rendimento.» 22
O
respeito às diferenças individuais
torna-se fundamental no exercício desta
função, sem que com isto inexistam
a disciplina e o discernimento.
c)
Sintonia espiritual
O dirigente da reunião mediúnica
não deve esquecer que a Espiritualidade
Superior espera nele o apoio fundamental para
que o intercâmbio mediúnico ocorra
em clima harmônico. Agir, portanto,
com direção «[...] e discernimento,
bondade e energia. [...] Para manter-se na
altura moral necessária, o diretor
dispensará a todos os componentes do
conjunto a atenção e o carinho
idênticos àqueles que um professor
reto e nobre cultiva perante os alunos [...].»18
Ficar também atento às intuições,
sugestões e pensamentos dos benfeitores
espirituais que lhe chegam no campo íntimo.
2.2
Médium esclarecedor, doutrinador ou
dialogador
Tu,
porém, fala o que convém
à sã doutrina. Paulo (Tito,
2:1) |
O
médium esclarecedor, consoante a instrução
de Paulo ao amigo Tito, deve imprimir em suas
palavras, dirigidas aos Espíritos que
sofrem, as vibrações elevadas
e esclarecedoras do consolador prometido.
André
Luiz esclarece que na «[...] equipe
em serviço, os médiuns esclarecedores,
mantidos sob a condução e inspiração
dos Benfeitores Espirituais, são os
orientadores da enfermagem ou da assistência
aos sofredores desencarnados.» 21 Em
sua obra, Os Mensageiros, informa: «[...]
Médiuns e doutrinadores saem daqui
às centenas, anualmente.Tarefeiros
do conforto espiritual encaminham-se para
os círculos carnais, em quantidade
considerável, habilitados pelo nosso
Centro de Mensageiros.» 26
Tais
colaboradores devem ser alertados quanto à
necessidade da oração e da vigilância
permanentes, recursos neutralizadores das
investidas que venham a sofrer na tarefa.
Ao dialogador cabe, em particular, cuidados
com a palavra junto aos necessitados, como
nos orienta O Livro dos Médiuns: «Por
meio de sábios conselhos, é
possível induzi-los [os sofredores]
ao arrependimento e apressar-lhes o progresso.»4
«Entre
os Espíritos que lhe são trazidos
para entendimento, há argumentadores
prodigiosamente inteligentes, bem preparados
e experimentados em diferentes técnicas
de debates, dotados de excelente dialética.
Isto não significa que todo doutrinador
tem de ser um gênio, de enorme capacidade
intelectual e de impecável formação
filosófica. A conversa com os Espíritos
desajustados não deve ser um frio debate
acadêmico. [...] O confronto aqui não
é de inteligências, nem de culturas;
é de corações, de sentimentos.
O conhecimento doutrinário torna-se
importante como base de sustentação
[...].»8
Vemos
assim, que a «[...] missão do
doutrinador é muitíssimo grave
para qualquer homem. Não é sem
razão que se atribui a Nosso Senhor
Jesus o título de Mestre. [...]»27
2.3
Médiuns ostensivos
E
nos últimos dias acontecerá,
diz Deus, que do meu Espírito
derramarei sobre toda a carne; e
os vossos filhos e as vossas filhas
profetizarão, os vossos jovens
terão visões, e os vossos
velhos sonharão sonhos. (Atos
dos apóstolos, 2:17) |
O termo “ostensivo” qualifica
«[...] aqueles em quem a faculdade mediúnica
se mostra bem caracterizada e se traduz por
efeitos patentes, de certa intensidade, o
que então depende de uma organização
mais ou menos sensitiva.»1 Citamos,
como exemplo, os médiuns psicofônicos
que [...] «são aqueles chamados
a emprestar recursos fisiológicos aos
sofredores desencarnados para que estes sejam
socorridos.»23
Os
médiuns ostensivos devem ser orientados
a:
«[...] Controlar as manifestações
mediúnicas que veicula, reprimindo,
quanto possível, respiração
ofegante, gemidos, gritos e contorções,
batimentos de mãos e pés ou
quaisquer gestos violentos. O medianeiro será
sempre o responsável direto pela mensagem
de que se faz portado.»15
«Silenciar
qualquer prurido de evidência pessoal
na produção desse ou daquele
fenômeno [...].» 15
«Extinguir obstáculos, preocupações
e impressões negativas que se rela-cionem
com o intercâmbio mediúnico,
quais sejam, a questão da consciência
vigilante ou da inconsciência sonambúlica
durante o transe, os temores inúteis
e as suscetibilidade doentias, guiando-se
pela fé raciocinada e pelo devotamento
aos semelhantes. Quem se propõe avançar
no bem, deve olvidar toda causa de perturbação.»
16
Podemos
também considerar como cuidados à
segurança e ao êxito da atividade
do médium psicofônico:
«[...]
1- desenvolvimento da autocrítica;
2-
aceitação dos próprios
erros, em trabalho medianímico, para
que se lhes apure a capacidade de transmissão;
3-
reconhecimento de que o médium é
o responsável pela comunicação
que transmite;
4-
abstenção de melindres ante
apontamentos dos esclarecedores ou dos companheiros,
aproveitando observações e avisos
para melhorar-se em serviço;
5-
fixação num só grupo,
evitando as inconveniências do compromisso
de desobsessão em várias equipes
ao mesmo tempo [...].24
Esclarecemos,
porém, que independente do tipo ou
grau de mediunidade, os quesitos citados anteriormente
se aplicam aos demais médiuns.
2.4
Equipe de Apoio
Não
sabeis que um pouco de fermento faz
levedar toda a massa? Paulo (1Coríntios,
5:6) |
Esta
equipe é geralmente constituída
por colaboradores que não possuem mediunidade
ostensiva. Cooperam de forma fundamental para
o bom andamento da reunião, através
da manutenção da corrente mental
e fluídica. Dessa forma, sabem emitir
bons pensamentos e irradiar sentimentos elevados
favoráveis à criação
de uma atmosfera fluídica propícia
ao intercâmbio mediúnico.
É também designada como equipe
de sustentação porque, além
da doação fluídico-mental,
favorece a manifestação mediúnica
de sofredores, auxiliando-os na recuperação
espiritual. Silenciosos e operantes, estes
companheiros assemelham-se à pequena
quantidade de fermento que faz crescer, “levedar”,
a massa de alimentos nutritivos, como o pão,
conforme esclarece Paulo (1Co 5:6).
Integram
a equipe de apoio os médiuns de passe
que, durante o desenrolar da reunião,
devem permanecer atentos ao concurso eventual
que se lhes peça, auxiliando os médiuns
psicofônicos e os Espíritos sofredores
pela doação magnética
do passe, com diligência e devotamento,
vigilância e espontaneidade.
«Os
medianeiros do passe traçarão
a si mesmos as disciplinas aconselháveis
em matéria de alimentação
e adestramento, a fim de corresponderem plenamente
ao trabalho organizado para o grupo em sua
edificação assistencial, entendendo-se
que os médiuns esclarecedores, se necessário,
acumularão também as funções
de médiuns passistas, mas não
a de psicofônicos, de modo a não
se deixarem influenciar por Espíritos
enfermos.» 25
Os
participantes da equipe de apoio tem a função
de sustentar, o trabalho como um todo. Através
da emissão mental e energética
(fluídica), eles levarão sua
colaboração aos Espíritos
comunicantes, aos médiuns ostensivos,
aos esclarecedores e ao dirigente, favorecendo
o trabalho dos Benfeitores Espirituais. 29
André Luiz lembra-nos que cada um de
nós contribui com energias psíquicas
e amorosa e que «[...] cada qual [emite]
raios luminosos, muito diferentes entre si,
na intensidade e na cor. »28
A
motivação e a concentração
são fatores essenciais para o bom desempenho
da tarefa desses cooperadores. Acompanham,
atentos, o trabalho em desenvolvimento, evitando
o sono, a fim de serem útieis com suas
preces e vibrações. É
forçoso lembrar da disciplina durante
a reunião e só tomar alguma
iniciativa sob a permissão do dirigente.
REFERÊNCIAS
1.
KARDEC, Allan. O livro dos médiuns.
Tradução de Guillon Ribeiro.
78. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006.Segunda
parte, cap. 14, item 159, p. 211.
2. ______. Cap. 17, item 203, p. 256-257.
3. ______. Cap. 20, item 230, p. 303.
4. ______. Cap. 23, item 254, 5ª
pergunta, p. 334.
5. FEDERAÇÃO ESPÍRITA
BRASILEIRA - Conselho Federativo Nacional
. Orientação ao centro
espírita. 4. ed. Rio de Janeiro:
FEB, 1996. Cap. 5 (Reunião de
estudo e educação da mediunidade),
item “m”, p. 41-42.
6. MIRANDA, Hermínio C. Diálogo
com as sombras. 212. ed. Rio de Janeiro:
FEB, 2006. Item: A instrumentação.
O grupo, p. 27.
7. ______. Item: O doutrinador, p. 67.
8. ______. p. 68.
9. ______. p. 69.
10. SCHUBERT, Suely C. Obsessão/desobsessão.
17. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Terceira
parte, Cap. 5 (O dirigente), p.139.
11. VIEIRA, Waldo. Conduta espírita.
Pelo Espírito André Luiz.
30. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. Cap.
3 (Do dirigente de reuniões doutrinárias),
p. 23.
12. ______. p. 25.
13. ______. p. 25-26.
14. ______. Cap. 4. (Do médium),
p. 27.
15 . ______. p. 28.
16. ______. p. 29.
17. ______. p. 29-30.
18. ______. Desobsessão. Pelo
Espírito André Luiz. 26.
ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. Cap.
13 (Dirigente), p. 59-60.
19. ______. Cap. 20 (Componentes da
reunião), p. 85.
20. ______. p. 86.
21. ______. Cap. 24 (Médiuns
esclarecedores), p.99.
22. ______. p. 100.
23. ______. Cap. 25 (Equipe mediúnica:
psicofônicos), p. 103.
24. ______. p. 103-104.
25. ______. Cap. 26 (Equipe mediúnica:passistas),
p.107-108.
26. XAVIER, Francisco Cândido.
Os mensageiros. Pelo Espírito
André Luiz. 43. ed. Rio de Janeiro:
FEB, 2006. Cap. 3 (No centro de mensageiros),
p. 24.
27. ______. Cap. 11 (Belarmino, o doutrinador),
p. 74.
28. ______. Missionários da luz.
Pelo Espírito André Luiz.
41. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. Cap.
1 (O psicógrafo), p. 12.
29. ______. 12-13.
.
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